
Marília - O Museu de Paleontologia vai completar 21 anos de atividades em Marília na próxima terça-feira, dia 25, e a ‘festa’ do aniversário deve ter escolas e celebração de legado além de muitas perspectivas para futuro e acervo dos dinossauros.
A programação no local já inclui previsão de visitas especiais de estudantes nos dias 28 e 29. Além disso, o Conselho Municipal de Turismo mobiliza mais ações no trabalho.
Em mensagem sobre a data, o presidente do Conselho, Ivan Evangelista Júnior, lembra o legado do espaço e impacto cultural.




“Muitas coisas boas aconteceram durante todos estes anos e hoje temos alguns diferenciais: a sede do Museu e todas as instalações, como, as réplicas dos Dinos.”
O museu que já trouxe a Marília pesquisadores de diferentes partes do mundo, incentivo pelo menos dois importantes investimentos públicos.
O menor deles, já em obras, implanta na zona sul da cidade um ‘parque dos dinossauros’ que transforma praça em vale de observação e lazer.
O outro, bem maior, integra um novo projeto de museu a um conjunto de lazer com praça e ciclovia, bem como memorial da cidade.




O museu surgiu a partir da gigantesca repercussão para descobertas do pesquisador autodidata William Nava, bancário que descobriu fósseis na cidade.
Nava, hoje coordenador do museu, virou referência regional e influencia pesquisas e acervo em mais cidades.
Além de gerar acervo de impacto, inclusive com descoberta de um ‘dino titã’, que virou símbolo da cidade, levou nome de Marília ao exterior.
As peças rendem pesquisa, exposição como reportagem na revista Nature e até fósseis que inovaram estudos e levam o nome da cidade