Vitor Engrácia quer ano para ampliar pesquisa científica em saúde e exercício

Marília - O pesquisador Vitor Engracia Valenti, da Unesp em Marília, quer dedicar atividade em 2026 para ampliar projetos de pesquisa científica, principalmente em saúde cardiovascular e exercício físico.

Docente e graduado em fisioterapia, doutor em ciências, Vitor Engracia é nome de destaque entre pesquisadores mais influentes da cidade.

O que deve ser seu principal foco em 2026?

Em 2026, meu principal foco será consolidar e ampliar projetos ligados à pesquisa científica, formação acadêmica e divulgação científica, especialmente nas áreas de saúde cardiovascular, metabólica e exercício físico.

Além disso, explorar o aprofundamento de dados em milhares de pessoas ao redor do mundo por meio de bases de dados e buscar aumentar a expectativa e qualidade de vida.

Também pretendo fortalecer ações de aproximação entre universidade, sociedade e gestores públicos, valorizando a ciência baseada em evidências como ferramenta para decisões mais seguras e responsáveis.

O que espera de mais importante na cidade e na sua área de atuação?

Espero avanços no diálogo entre instituições de ensino, setor público e comunidade, com maior investimento em educação, ciência e inovação.

Na minha área, desejo que Marília continue se destacando como polo de produção científica e formação de profissionais qualificados, com mais apoio a projetos de pesquisa, extensão e iniciativas que impactem diretamente a qualidade de vida da população.

De que forma o ano eleitoral pode ajudar ou prejudicar?

O ano eleitoral pode ajudar quando estimula debates sérios, responsáveis e tenham como base evidências e dados, colocando temas como saúde, educação e ciência no centro das discussões.

Por outro lado, pode prejudicar se houver uso político de informações falsas, promessas sem embasamento técnico ou desvalorização do conhecimento científico. O equilíbrio está na transparência e no compromisso com decisões sustentadas por evidências.

Como avalia 2025?

Avalio 2025 como um ano intenso e desafiador, mas extremamente produtivo. Foi um período de muito trabalho, crescimento profissional e amadurecimento institucional, com avanços importantes em projetos de pesquisa, formação de alunos e comunicação científica. Apesar das dificuldades, foi um ano que reforçou a importância da ciência, da educação e do diálogo com a sociedade.