
Marília - O governo de São Paulo lançou edital e contrata organização com 28 profissionais para monitorar e combater focos de greening em conjunto com a Defesa Agropecuária.
O controle da doença em plantas, que ameaça a citricultura em todo o mundo, prevê investimento de R$ 3,6 milhões no contrato. E vai atingir todas as regionais, inclusive em Marília, onde há atenção para produção de mudas em cidades próximas.
“Esta é uma medida fundamental para a preservação da cadeia da citricultura em nosso estado. Mais monitoramento é sinônimo de maior segurança e maior produtividade”, diz o secretário executivo de Agricultura e Abastecimento, Alberto Amorim.
A causa da doença é bactéria que um inseto (psilídeo) transmite e que provoca amarelamento das folhas (mosqueado). Além disso, deformação dos frutos, redução de tamanho e queda precoce.
Não há curo, ou seja, é preciso erradicar plantas doentes. A movimentação das mudas com as bactérias espalha riscos e situações de contaminação e é um dos desafios ao controle.
A contratação será por termo de colaboração com uma Organização da Sociedade Civil (OSC), terá validade de um ano e, entretanto, pode ter prorrogação.
Os profissionais vão atuar com eis equipes e atuação de engenheiros agrônomos, bem como 24 inspetores de pragas e dois auxiliares.
Cada equipe contará com quatro inspetores de pragas, dois engenheiros agrônomos e dois profissionais da área administrativa.
As equipes atuarão em pontos estratégicos de produção do estado a fim de regionalizar todas as áreas produtivas.
Em 2025, o Estado tem fiscalização em 17.549 propriedades com total de 60.316 mudas fora de circulação. Além disso, foram 26 palestras para público externo.