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Com o espaço repleto de público, a diferença mais uma vez ficou por conta da empolgação e atendimento nas barracas da praça de alimentação. Os voluntários mostraram força de vontade e repetiram empolgação que já é uma das tradiões da festa.

“A gente vem todo ano. Começamos como garçons, ajudando a servir e atender. Quando a Apae começou a atrair estudantes para este trabalho, conseguimos a barraca da calabresa e estamos aqui. Não pode ficar fora de uma festa com esta importância, destacou Carlos César Almeida Amorim, voluntário e integrante da Chácara Shawaska, uma das envolvidas em barracas.

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“O certo era fazer essa festa duas vezes por ano e fazer maior, três dias: sexta, sábado e domingo. A cidade tem  público para isso, sente falta de eventos assim e seria muito importante para a entidade”, afirmou Morelli, outro integrante da Shawaska.

E a participação atrai diferentes formas de colaboração. Diretoras da Apae que  durante todo o ano trabalham com artesanato e produção da entidade se unem como vendedores em uma das barracas da festa. Esposas de integrantes de lojas maçônicas assume barraca de doces, com produção própria e muito sucesso.

E com bom humor sobra espaço até para uma clima de “competitvidade” sadia nas barracas. “Te que experimentar a Tapioca, é um sucesso” disseram as três responsáveis, Zinilda, Selma e Leonilda, quando a barraca ali perto, que vendia mini pizzas entrava em clima de feira livre aos gritos de “vamos comprar que tá barato, uma é R$ 3, duas na promoção por R$ 6,00”. O humor ajudou, as duas barracas tiveram filas.


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