Marília - Os casos de estupros de janeiro a julho caem 16% em Marília na comparação com 2024 em crimes que têm vítimas vulneráveis em 74% dos registros.
São 32 das 43 vítimas de estupros que chegaram à Polícia Civil entre janeiro e julho, último mês com dados das estatísticas de 2025
No ano passado, a cidade registrou 51 estupros no mesmo período, bem como 38 deles contra vulneráveis. Mais vítimas, porém, com mesmo índice aproximado de vulneráveis entre elas.
O painel de crimes aponta que janeiro, abril e maio deste ano foram meses com mais casos: seis em cada. Fevereiro, o mês mais curto, teve três.
Os mesmos meses lideraram em 2024, porém, com variação de dados. Assim, maio teve dez registros, isolado como mês com maior violência sexual.
O Código Penal trata como vulneráveis vítimas com menos de 14 anos, a chamada violência presumida.
Além disso, são vítimas vulneráveis aquelas que não têm discernimento ou condições para reagir por enfermidade ou deficiência mental.
Além da própria vítima, a apuração e identificação dos casos podem começar por manifestações da família, equipes de escolas e conselhos tutelares.
A pena básica para estupro de vulnerável é de oito anos de prisão em regime fechado. Pode aumentar por situações como lesão ou morte.