Giro Marília -Marília cisca empate com Galo em Jaú e se livra do Timão no Paulista Sub-20

O Marilia não cantou de galo contra o XV em Jaú, nesta quinta (7), mas ao menos ciscou um empate sem gols, que garantiu a sua liderança no grupo ao final da primeira fase do Campeonato Paulista Sub-20.

Com o resultado, o Tigre se livrou de enfrentar o Corinthians já na segunda fase. Pelo regulamento, o Marília vai para o Grupo 10 ao lado de Mirassol, Independente e Monte Azul. Os times jogam entre si em turno e returno. Apenas dois seguem.

A tabela da próxima fase deve ser divulgada nesta sexta-feira (7) pela Federação Paulista de Futebol (FPF). A novidade a partir de agora é a presença da torcida. Cabe lembrar que, por ora, apenas os tobogãs do Abreuzão estão liberados.

O JOGO

Com a vantagem de cozinhar o galo para garantir a liderança com apenas um empate, o Marília quase deu um caldo de letra pelos pés de Vitor Hugo, aos sete minutos, após cobrança de falta pela direita. Otávio, no susto, defendeu.

O Tigre, quem diria, era quem ciscava mais no terreno alheio. Aos 24, Leanilton foi lançado pelo meio, invadiu a área entre os galinhos mas bateu em cima do goleiro, que abriu suas asas para barrar o ataque maqueano.

Apesar de estar no próprio galinheiro, o XV só levantou a crista aos 28, em cabeceio de Bubu. No mais, o Marília já havia ganhado território, rondando muito mais o ataque do que sua defesa – como um indesejado visitante.

É, mas o Tigre é o tipo de bicho que adora dar uma cochilada. Aos 35, a zaga vacilou, a bola quicou e sobrou livre para Kevin, que bateu no ângulo. O goleiro Carlos, como um gato, meteu a garra esquerda na bola e mandou para fora.

Já nos acréscimos da primeira etapa, o zagueiro Diego Mota subiu mais do que a galinhada mas cabeceou sobre o gol. Até este momento do jogo, o Marília beliscava sua classificação na liderança do grupo.

Com a necessidade de vencer, o XV passou a se aventurar um pouco mais no ataque. Aos 12, Fernando recebeu passe em profundidade e travou a espora em cima do goleiro maqueano, que evitou o gol. O Tigre, por sua vez, passou a explorar os contra-ataques. Aos 20, um lance para o Inacreditável Futebol Clube.

Vitor Hugo desceu em disparada pela esquerda, cortou para meio, bateu, o goleiro espalmou e a bola sobrou livre para Diogo estufar as redes. Qual nada: o artilheiro bateu em cima do único zagueiro que protegia o gol vazio.

Aos 39, Breno recebeu de Diogo dentro da área, deu o giro na marcação, bateu e a bola passou próxima ao travessão. Dois minutos depois foi a vez de Diogo (de novo ele) aparecer livre pelo meio e bater para fora (ou, perder de novo).

Aos 46, Wendel sofreu uma forte pancada, deixou o campo, mas voltou ao menos para não deixar o Tigre com dez. Sob pressão do Galo, o Tigre resistiu. Aos 50, Carlos espalmou um cabeceio e garantiu a liderança ao Marília.


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