Um aula de história sobre a data, seguida por um bate papo sobre a profissão e a evolução do estudo de Direito marcaram na quinta-feira a comemoração ao Dia do Advogado na Unimar.

O encontro especial, realizado na sala do júri, reuniu os professores Galdino Luiz Ramos Júnior e Jefferson Aparecido Dias, além da coordenadora do curso, Francis Maria Pádua.

O professor Galdino disse que o objetivo foi envolver os estudantes em estudo e análise sobre a data e a profissão, sobre a importância e o que ela representa.


“O advogado representa a democracia. É um profissional que precisa ser criativo, conectado com as necessidades da sociedade, central e periférica que se esquece muitas vezes, e um profissional que saiba defender o Estado de Direito.”

Professor de história do Direito, Jefferson Dias lembrou a criação dos dois primeiros cursos no país, em Olinda e São Paulo, criados a partir da reação contra discriminação a estudantes brasileiros em Portugal.

“A criação dos cursos começa em 1823, quando os estudantes brasileiros que tradicionalmente estudam em Coimbra começam a ser maltratados em função da declaração de Independência no Brasil. Mas só em 19827 eles são efetivamente instalados”, explicou o professor.

Para ele, o estudo da data e da história permite avaliações importantes sobre a evolução da profissão, da qualificação de profissionais e das carreiras jurídicas em geral.

“Os cursos foram criados não só para formar advogados e juristas mas também para formar funcionários públicos para gestão do império”, explica.

Afirmou que a lógica na criação dos cursos incentivou outros e que Direito é um curso que une tradições – cátedras que se estudava no passado ainda estão na grade – e ao mesmo tempo se modernizar.

“No caso da Unimar é muito importante ter mestrado doutorado, pós-doutorado. Você oxigena a profissão, a formação profissional, pensar sobre Direito.”

ATUALIZAÇÃO

A coordenadora Francis Pádua destacou que a Unimar oferece formação completa, que promove qualificação técnica e de conhecimento jurídico para exercício da profissão.

“Completa no sentido de que não pode ter no mercado apenas um profissional técnico, tem que ser acima de tudo humano. Tem que entender como ele pode intervir nos principais problemas da coletividade, que sempre passa por questões jurídicas”, explica.

ESCOLHA CERTA

Renan Scapinele Deróbio, 27 anos, cursa o Doutorado na Unimar, onde já fez a graduação e o mestrado, e diz que a formação mostra que fez a escolha certa.

“A Unimar por si só faz com que a gente se sinta acolhido. É um caráter muito familiar e isso me chamou a atenção para continuar. Incentiva desde a graduação”, disse.

Ele destaca que a atuação do profissional é essencial à aplicação da Justiça e que levar a representação, a busca pelo Direito, é essencial para a comunidade.


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