Giro Marília -Câmara nega consultoria para CPI da Covid em Marília; deve ter novo pedido

A direção da Câmara de Marília negou pedido da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid para contratação de empresas de assessoria na investigação dos gastos o atendimento à epidemia da cidade.

Os integrantes da CPI apresentaram pedidos para contratação de auditoria contábil e Tecnologia da Informação. O caso provocou polêmica pela previsão de gastos de até R$ 350 mil no serviço.

“Os dois primeiros pedidos foram indeferidos em virtude da comissão não ter sido instalada, fato que se deu na manhã desta sexta-feira, dia 14 de maio”, diz um comunicado da Câmara em resposta ao Giro Marília.

“Provavelmente na segunda-feira devemos apresentar novo pedido. Temos informação de que o orçamento tem teto de investimentos de até R$ 350 mil e de R$ 125 mil para assessoria contábil. Não quer dizer que seja esse valor. É o teto do orçamento. Pesquisamos e temos indicação de que a assessoria contábil pode ficar em R$ 70 mil”, disse o presidente da CPI, vereador DR Elio Ajeka.

Ajeka disse que a comissão entende a necessidade de controle de gastos, especialmente em função do direcionamento para o controle da economia, mas afirmou que os recursos estão previstos em orçamento e a apuração é uma medida importante para a cidade.

A comissão pediu ainda autorização para contato oficial com técnicos e servidores do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo para auxílio e orientações técnicas. O pedido foi atendido e os vereadores

DEPOIMENTOS

A CPI prevê iniciar no dia 21 os depoimentos de testemunhas e pretende ouvir a partir de 9h o prefeito Daniel Alonso, primeiro a ser chamado para esclarecimentos.

A prefeitura já anunciou disposição da administração em atender todos os pedidos de informação e a assessoria de Daniel já disse que o prefeito está disposto a depor.

A comissão listou 17 testemunhas mas as convocações devem ser feitas pontualmente a cada sessão marcada para a apuração.


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