Giro Marília -Companhias aéreas anunciam novos voos no Estado; Marília aguarda

Voo da Azul em Marília - Foto Vinícius Macedo Rodrigues/Marília Plane Spotting

Araraquara, Barretos, Franca, Guarujá, São Carlos e Votuporanga serão cidades beneficiadas com a implantação de novos voos de companhias aéreas em programa de expansão de viagens que ganhou estímulos nesta sexta com a publicação de novas regras para ICMS do setor.

Segundo a Associação Brasileira de empresas Aéreas, já foram definidos 95% de 490 novas partidas semanais que devem ser implantadas até o fim de 2019. Marília, que vive expectativa de receber voos da Passaredo, ainda não entrou na lista de inovações.

A Azul, única empresa com voos em Marília, informou ao Giro Marília nesta sexta que “não há novidades em nossa malha em Marília, mas a companhia sempre avalia as oportunidades”.

A empresa anunciou duas novas bases, em Araraquara e Santos/Guarujá, A Azul também novas ligações diretas a partir de Campinas: Campinas-Sinop, a partir de junho, Campinas-Vitória da Conquista, a partir de agosto, Campinas-Imperatriz, Campinas-Aracaju, Campinas-Natal, Campinas-São Luis e Campinas-João Pessoa, em julho, e Campinas-Cabo Frio, em dezembro de 2019.

A Passaredo, que enviou uma equipe a Marília nesta quinta-feira, tem novos voos definidos em Ribeirão Preto e Rio Preto e prevê operações em São Carlos e Votuporanga.

Na maioria dos casos, os novos voos ampliam serviços de linhas já em operação. São 269 casos. As demais 198 serão operacionalizadas até o fim deste ano. Fazem parte do acordo AZUL, GOL, LATAM e PASSAREDO.  

A nova regulamentação do ICMS prevê a diminuição do tributo de 15% para 12% sobre o combustível de aviação. A desoneração tributária será compensada pelas contrapartidas geradas pela ampliação dos serviços oferecidos pelas companhias.

Com a nova alíquota, a arrecadação prevista para 2019 sobre a comercialização de querosene aéreo cairá de R$ 627 milhões para R$ 422 milhões, mas a compensação total (direta, indireta, induzida e catalisada) representa uma previsão de ao menos R$ 316 milhões.


A estimativa é que 59 mil empregos sejam gerados nos próximos 18 meses a partir da desoneração, com previsão de R$ 1,4 bilhão em salários anualmente.


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