Giro Marília -Região de Marília terá mapa de ocupação em ferrovia; trens voltam até 2024

Ramal de ferrovia que envolve Marília deve ser reativado até 2024

A empresa Rumo Logística, concessionária responsável pela Malha Paulista de Ferrovias, anunciou que inicia no segundo semestre um mapeamento de toda a ocupação irregular de áreas ao lado dos trilhos em Marília e toda região do ramal Bauru-Panorama, que deve ser reativado até 2024.

“Com esse estudo em mãos, a concessionária vai desenvolver um plano de reintegração de posse das áreas invadidas”, diz um comunicado da Rumo enviado a resposta a uma consulta do Giro Marília.

Segundo a empresa, ainda não há um cronograma fechado, mas encontra-se em estudo, a fim de atender o prazo pactuado no contrato com a Agência Nacional de Transportes Terrestres.

Os investimentos na região devem ser limitados à recuperação de trilhos e retomada de viagens de carga. Marília e cidades vizinhas foram excluídas dos principais programas de grandes obras, como um contorno ferroviário que vai tirar os trilhos do centro de São José do Rio Preto.

Veja abaixo a íntegra do comunicado da Rumo

A renovação da concessão da Malha Paulista é um marco para a infraestrutura das ferrovias do Brasil, pois abre caminha para novos ciclos virtuosos de investimentos no modal sobre trilhos. A Companhia planeja investir R$ 6,1 bilhões para aumentar a capacidade dessa malha e realizará obras que melhorem a mobilidade nos municípios atravessados pela linha tronco.


Haverá outros investimentos em compra de material rodante (locomotivas e vagões), ampliação de pátios, reativação dos ramais e duplicação de trechos. Mais de 40 municípios paulistas e 5,3 milhões de pessoas serão beneficiados. A renovação vai gerar cerca de 134 mil empregos diretos e indiretos ao longo da concessão renovada – um impacto que passa pelos setores de logística, produção de ativos (locomotivas e vagões) e construção civil.

Com relação ao ramal Bauru-Panorama, a concessionária tem prazo até 2024 para concluir sua reativação. Ainda não há um cronograma fechado, mas encontra-se em estudo, a fim de atender o prazo pactuado no contrato com a Agência Nacional de Transportes Terrestres.


Todas as eventuais invasões da faixa de domínio da ferrovia farão parte de um mapeamento que começa no segundo semestre deste ano. Com esse estudo em mãos, a concessionária vai desenvolver um plano de reintegração de posse das áreas invadidas.”


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